Bom, fugindo um pouco da poesia, acabei escrevendo um pequeno texto sobre vida, caminhada, sentimentos. Enfim, um aglomerado de palavras.
Pelo pouco que vivi, aprendi que por mais que tentemos nos esconder atrás de sorrisos, no final sempre sabemos onde o calo aperta.
Falsas alegrias escondem verdadeiras enfermidades. Tratamos com indiferença aquilo que nos machuca achando que é mais fácil superar.
Porém nosso travesseiro não nos deixa mentir. Quando colocamos a cabeça nele e deitamos, vem tudo à tona e nos faz pesar o que somos.
E acabamos descobrindo que por mais que tentemos, jamais seremos algo diferente daquilo para que fomos predestinados.
Somos predestinados a amar e a viver o amor. Não, não amar no sentido de estar apaixonado e ficar com alguém, mas no sentido de valorizar.
Amar a vida, amar o próximo, amar a Deus, amar a si mesmo. Amar até o momento que nosso travesseiro nos dizer quando deitamos:
- Hoje sim você aprendeu que prazer não é se doar às futilidades que a vida e o mundo lhe oferecem.
- Mas sim ter a certeza de que nada que o mundo lhe ofereça pode ser melhor que o simples e sincero sorriso do próximo e um abraço com afeto.
- Nem melhor que ter seu coração livre, desimpedido e sem barreiras. Para poder ser o que você é sem se preocupar com o que querem de você.
- E aprendeu que por mais que busque lá fora o que pensa lhe fazer feliz, a plena felicidade está dentro de você.
“Abra o coração e ser-lhe-ão abertas as portas da vida.”
PS: sabe o que nos motiva a escrever certas coisas? O amor incondicional pela vida de algumas pessoas que fizeram parte da nossa vida.
E…….. #FIM